terça-feira, 18 de julho de 2017
Alvíssaras!
Senhores!
Grandes notícias me trazem de volta ao charco!
O altamente improvável, o praticamente impossível, o milagre aconteceu!
Aqui o sapo, entrou em quadro! Vinculou! Deixa, a partir de 1 de Setembro, de ser contratado e passa a integrar os quadros de Ministério da Educação e Ciência!
Na verdade não sei se hei-de ficar feliz por dezanove (19!) anos depois de ter começado a dar aulas, passar a integrar os quadros, deixar de ser uma "necessidade temporária" para passar a ser um necessidade permanente do sistema ou se hei-de ficar furioso por andar a trabalhar há dezanove anos para o Estado, sem hipótese de progredir na carreira, sempre com a incerteza da colocação no ano lectivo seguinte, com a casa às costas, com a vida adiada, sem hipótese de chegar ao topo da carreira porque vou começar no primeiro escalão porque os Governos do meu país fazem tábua rasa de todo o tempo de serviço prestado antes da tão desejada vinculação.
Para já, parece-me que vou ali beber uma mini. Parece-me a bebida certa para uma minicomemoração de um minievento há muito adiado!
Grandes notícias me trazem de volta ao charco!
O altamente improvável, o praticamente impossível, o milagre aconteceu!
Aqui o sapo, entrou em quadro! Vinculou! Deixa, a partir de 1 de Setembro, de ser contratado e passa a integrar os quadros de Ministério da Educação e Ciência!
Na verdade não sei se hei-de ficar feliz por dezanove (19!) anos depois de ter começado a dar aulas, passar a integrar os quadros, deixar de ser uma "necessidade temporária" para passar a ser um necessidade permanente do sistema ou se hei-de ficar furioso por andar a trabalhar há dezanove anos para o Estado, sem hipótese de progredir na carreira, sempre com a incerteza da colocação no ano lectivo seguinte, com a casa às costas, com a vida adiada, sem hipótese de chegar ao topo da carreira porque vou começar no primeiro escalão porque os Governos do meu país fazem tábua rasa de todo o tempo de serviço prestado antes da tão desejada vinculação.
Para já, parece-me que vou ali beber uma mini. Parece-me a bebida certa para uma minicomemoração de um minievento há muito adiado!
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Visita de médico
Voltar ao charco, tanto tempo depois da última vez traz de volta recordações de quando vir cá diariamente era quase obrigatório. Muitas vezes, mais do que uma vez ao dia.
Hoje, voltei. Lembrei-me que tenho (tive?) um blog e que havia (haverá ainda?) pessoas que visitavam o charco para ler e ver o que este sapo ia escrevendo.
A última vez que aqui vim foi para partilhar a novidade da chegada da bebé. Hoje partilhei uma foto com ela, tirada pela Lobita estas férias de verão, que parece que foram há séculos, ao invés de há pouco mais de um mês.
Férias difíceis que souberam a pouco e que só a espaços foram descontraídas o suficiente. Vejo agora que foi pena não ter conseguido desligar o botão do complicómetro que me acompanha para onde quer que eu vá. Sinto falta de estar. De ser. E de não pensar. Sempre tive tendência para pensar demais em tudo. Nas implicações imediatas e nas mais longínquas. Nos prós e nos contras. E nem por isso a vida ficou mais fácil. Antes pelo contrário. Gostava de conseguir ir. De apenas ser. Sem pensamentos que estorvem quem fui e quem sou. Sem juízos de valor, sem opiniões, sem preconceitos, sem espartilhos ditados por experiências passadas, sem "valores" ditados por estruturas sociais arcaicas, sem medo das opiniões dos outros, sejam eles quem forem.
Sei que me vais ajudar a conseguir voltar lá, à nossa bolha que agora tem mais um ocupante. O que a torna ainda mais especial e bonita!
Para visita de médico, isto já vai longo.
Fui!
Hoje, voltei. Lembrei-me que tenho (tive?) um blog e que havia (haverá ainda?) pessoas que visitavam o charco para ler e ver o que este sapo ia escrevendo.
A última vez que aqui vim foi para partilhar a novidade da chegada da bebé. Hoje partilhei uma foto com ela, tirada pela Lobita estas férias de verão, que parece que foram há séculos, ao invés de há pouco mais de um mês.
Férias difíceis que souberam a pouco e que só a espaços foram descontraídas o suficiente. Vejo agora que foi pena não ter conseguido desligar o botão do complicómetro que me acompanha para onde quer que eu vá. Sinto falta de estar. De ser. E de não pensar. Sempre tive tendência para pensar demais em tudo. Nas implicações imediatas e nas mais longínquas. Nos prós e nos contras. E nem por isso a vida ficou mais fácil. Antes pelo contrário. Gostava de conseguir ir. De apenas ser. Sem pensamentos que estorvem quem fui e quem sou. Sem juízos de valor, sem opiniões, sem preconceitos, sem espartilhos ditados por experiências passadas, sem "valores" ditados por estruturas sociais arcaicas, sem medo das opiniões dos outros, sejam eles quem forem.
Sei que me vais ajudar a conseguir voltar lá, à nossa bolha que agora tem mais um ocupante. O que a torna ainda mais especial e bonita!
Para visita de médico, isto já vai longo.
Fui!
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
Chegou
Tivemos prendas de natal.
E depois do natal recebemos a melhor prenda de todas.
Chegou em silêncio, um silêncio feito de força, de dor e sofrimento. Um silêncio de amor.
Esteve meses a preparar-se para nos ser entregue.
Foram meses de espera e de esperança, de planos, de alguma ansiedade, de sonhos.
Chegou com a ajuda de muitos que lhe dedicaram algum do seu tempo.
Chegou com lágrimas de incontida felicidade.
Chegou a tempo de nos ensinar tudo. A tempo de nos ensinar o que é o amor.
Bem vinda filha!
E depois do natal recebemos a melhor prenda de todas.
Chegou em silêncio, um silêncio feito de força, de dor e sofrimento. Um silêncio de amor.
Esteve meses a preparar-se para nos ser entregue.
Foram meses de espera e de esperança, de planos, de alguma ansiedade, de sonhos.
Chegou com a ajuda de muitos que lhe dedicaram algum do seu tempo.
Chegou com lágrimas de incontida felicidade.
Chegou a tempo de nos ensinar tudo. A tempo de nos ensinar o que é o amor.
Bem vinda filha!
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Passadiços do Paiva
Muito bom.
Agora que já muita gente viu e ouviu falar disto, e que muitos já realizaram o percurso, é altura de vos deixar umas impressões sobre os Passadiços do Paiva no concelho de Arouca.
Com uma extensão de cerca de oito km entre as localidades de Alvarenga (saída da praia fluvial) e Espiunca, construiram um passadiço com um desenho adaptado ao relevo que acompanha quase sempre o rio Paiva permitindo observar paisagens deslumbrantes.
Fizemos o caminho num sábado do final de Junho com um grupo de amigos. O almoço ia nas mochilas e aproveitamos as sombras no caminho para dar conta dele.
Ao chegar a Espiunca, um banho no rio!
Como o
Algumas imagens do percurso:
Agora que já muita gente viu e ouviu falar disto, e que muitos já realizaram o percurso, é altura de vos deixar umas impressões sobre os Passadiços do Paiva no concelho de Arouca.
Com uma extensão de cerca de oito km entre as localidades de Alvarenga (saída da praia fluvial) e Espiunca, construiram um passadiço com um desenho adaptado ao relevo que acompanha quase sempre o rio Paiva permitindo observar paisagens deslumbrantes.
Fizemos o caminho num sábado do final de Junho com um grupo de amigos. O almoço ia nas mochilas e aproveitamos as sombras no caminho para dar conta dele.
Ao chegar a Espiunca, um banho no rio!
Como o
Algumas imagens do percurso:
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